segunda-feira, 29 de setembro de 2014

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

PALAVRA DO PAPA

É o Espírito e não as licenciaturas a dar identidade ao cristão


O Evangelho do dia apresenta-nos Jesus que ensinava em Cafarnaum e fazia-o, segundo o texto sagrado, “com autoridade” e todos “estavam maravilhados com o seu ensino”. Partindo desta passagem o Papa Francisco afirmou que Cristo não era um pregador comum, porque a sua autoridade vinha da “unção especial do Espírito Santo” para trazer a liberdade e a salvação. E o Papa Francisco citou também a leitura de S. Paulo aos Coríntios para lançar uma questão: Qual é a nossa identidade de cristãos?

“ E nós podemos perguntar-nos qual é a nossa identidade de cristãos? E Paulo hoje di-lo bem. ‘Destas coisas – diz Paulo - nós falamos não com palavras sugeridas pela sabedoria humana’. A pregação de Paulo não é porque fez um curso na Lateranense, ou na Gregoriana... Não! Sabedoria humana, não! Mas sim ensinai do Espírito: Paulo pregava com a unção do Espírito, exprimindo coisas espirituais do Espírito em termos espirituais. Mas o homem deixado às suas próprias forças não compreende as coisas do Espírito de Deus: o homem sozinho não pode compreender isto!

“Nós temos o pensamento de Cristo, ou seja, o Espírito de Cristo. Esta é a identidade cristã. Não ter o Espírito do mundo, aquele modo de pensar, aquele modo de julgar... Tu podes ter cinco licenciaturas em teologia, mas não ter o Espírito de Deus! Talvez tu sejas um grande teólogo, mas não és um cristão, porque não tens o Espírito de Deus! Aquilo que dá autoridade e identidade é a unção do Espírito Santo.”

O Santo Padre concluiu a sua homilia dizendo que o povo não amava os pregadores e doutores da lei, porque mesmo que falassem de teologia não chegavam ao coração, não estavam ungidos pelo Espírito Santo. E a autoridade de Cristo vem precisamente da capacidade de compreender as coisas do Espírito e de falar a língua do Espirito, afirmou o Papa Francisco:

“ A autoridade de Jesus – e a autoridade do cristão – vem precisamente desta capacidade de perceber as coisas do Espírito, de falar a língua do Espírito. Vem desta unção do Espírito Santo. E tantas vezes nós encontramos entre os nossos fieis, velhinhas que não terminaram a escola primária mas que te falam destas coisas melhor do que um teologo, porque têm o Espirito Santo. Aquilo que tem S. Paulo. E todos nós devemos pedir isto. Senhor dá-nos a identidade cristã, aquela que tu tinhas. Dá-nos o Teu Espírito. Dá-nos o Teu modo de pensar, de sentir de falar: Senhor dá-nos a unção do Espirito Santo.” (RS)

segunda-feira, 25 de agosto de 2014




PROSESSOR FELIPE AQUINO


Nos meus 64 anos de vida nunca vi uma seca, uma estiagem, tão longa e dura como esta que estamos vivendo. O governo de São Paulo e de outros estados estão fazendo uma ginástica enorme para que as cidades não fiquem sem água. Os rios estão minguando e os reservatórios também. No entanto, ainda não vi uma notícia sequer sobre alguma celebração de Missa para pedir chuva a Deus. Já está na hora de implorar ao céu, como se fazia antigamente, com muita frequência.
Lembro-me que quando era criança, meu pai tinha um sítio, que hoje é a “Casa de Betânia”, do querido falecido Padre Léo, em Lorena/SP. Em frente ao sítio, no arraial, minha avó Ana construiu uma pequena igreja em honra a Santa Lucrécia, e trouxeram uma bela imagem dela da Europa. Está lá até hoje.
Pois bem, naquela época, quando havia uma grande estiagem, e os pastos secavam deixando o gado passando fome, o povo todo do bairro, com as famílias dos fazendeiros, traziam a imagem de Santa Lucrécia em procissão, por 10 km, até a Catedral de Lorena, onde o pároco celebrava uma Santa Missa pedindo chuva a Deus.
Meu pai contava que várias vezes ele presenciou que tão logo a Missa terminava começava a chover. Será que ainda acreditamos nisso?
Ora, o Missal Romano (Ed. Paulus, 6ª edição) traz o rito de várias Missas “em diversas circunstâncias da vida pública”: pode-se rezar a Missa pedindo para evitar guerra e calamidades, pela santificação do trabalho, para a sementeira, após a colheita, em tempo de fome, pelos refugiados e exilados, pelos prisioneiros, pelos doentes, agonizantes, em tempo de terremoto, para pedir bom tempo, para repelir as tempestades, para pedir chuva, em ação de graças e por qualquer necessidade” (p. 914 -929).
Inclusive, o Missal traz a oração do dia da Missa para pedir chuva:
“Ó Deus, em quem vivemos, nos movemos e somos, concedei-nos as chuvas necessárias , para que, auxiliados quanto aos bens da terra, desejemos com mais confiança os do céu. Por nosso Senhor Jesus Cristo , vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amém.
As Antífonas rezam:
“Coroais o ano todo com vossas bênçãos e a terra se enche de frutos” (Sl 64,12)
“Eis que estou convosco todos os dias, até o fim do mundo, diz o Senhor” (Mt 28,20).
Além de todo o esforço gigantesco que os governantes estão fazendo para minimizar a seca, é preciso rezar. Não é à toa que a Igreja recomenda a Santa Missa por todas as necessidades humanas. É hora de olhar para o céu; a terra é boa, mas a chuva vem do céu.
Que tal retomarmos essas Missas e procissões?

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quinta-feira, 14 de agosto de 2014

terça-feira, 12 de agosto de 2014

FOTOS DA CONSTRUÇÃO DA CASA FONTE

Esta é a construção da Casa Fonte,que será a sede do nosso Grupo de Oração,onde a mesma será usada exclusivamente para a evangelização.Se você quiser pode contribuir com essa obra da forma que você puder e Deus lhe dará em dobro.

ENTRE EM CONTATO E FAÇA SUA DOAÇÃO ronniecesar1@hotmail.com


DEUS LHES PAGUE.


Enchendo a Lage

Olha o Tamanho da Lage

Resumo do que esta acontecendo na Casa Fonte

Parte de dentro da Casa Fonte

Chapiscando pelo lado de fora da Casa Fonte

Preparando para por a Lage


Caminhão betoneira enchendo a Lage