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segunda-feira, 25 de agosto de 2014




PROSESSOR FELIPE AQUINO


Nos meus 64 anos de vida nunca vi uma seca, uma estiagem, tão longa e dura como esta que estamos vivendo. O governo de São Paulo e de outros estados estão fazendo uma ginástica enorme para que as cidades não fiquem sem água. Os rios estão minguando e os reservatórios também. No entanto, ainda não vi uma notícia sequer sobre alguma celebração de Missa para pedir chuva a Deus. Já está na hora de implorar ao céu, como se fazia antigamente, com muita frequência.
Lembro-me que quando era criança, meu pai tinha um sítio, que hoje é a “Casa de Betânia”, do querido falecido Padre Léo, em Lorena/SP. Em frente ao sítio, no arraial, minha avó Ana construiu uma pequena igreja em honra a Santa Lucrécia, e trouxeram uma bela imagem dela da Europa. Está lá até hoje.
Pois bem, naquela época, quando havia uma grande estiagem, e os pastos secavam deixando o gado passando fome, o povo todo do bairro, com as famílias dos fazendeiros, traziam a imagem de Santa Lucrécia em procissão, por 10 km, até a Catedral de Lorena, onde o pároco celebrava uma Santa Missa pedindo chuva a Deus.
Meu pai contava que várias vezes ele presenciou que tão logo a Missa terminava começava a chover. Será que ainda acreditamos nisso?
Ora, o Missal Romano (Ed. Paulus, 6ª edição) traz o rito de várias Missas “em diversas circunstâncias da vida pública”: pode-se rezar a Missa pedindo para evitar guerra e calamidades, pela santificação do trabalho, para a sementeira, após a colheita, em tempo de fome, pelos refugiados e exilados, pelos prisioneiros, pelos doentes, agonizantes, em tempo de terremoto, para pedir bom tempo, para repelir as tempestades, para pedir chuva, em ação de graças e por qualquer necessidade” (p. 914 -929).
Inclusive, o Missal traz a oração do dia da Missa para pedir chuva:
“Ó Deus, em quem vivemos, nos movemos e somos, concedei-nos as chuvas necessárias , para que, auxiliados quanto aos bens da terra, desejemos com mais confiança os do céu. Por nosso Senhor Jesus Cristo , vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amém.
As Antífonas rezam:
“Coroais o ano todo com vossas bênçãos e a terra se enche de frutos” (Sl 64,12)
“Eis que estou convosco todos os dias, até o fim do mundo, diz o Senhor” (Mt 28,20).
Além de todo o esforço gigantesco que os governantes estão fazendo para minimizar a seca, é preciso rezar. Não é à toa que a Igreja recomenda a Santa Missa por todas as necessidades humanas. É hora de olhar para o céu; a terra é boa, mas a chuva vem do céu.
Que tal retomarmos essas Missas e procissões?

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segunda-feira, 23 de junho de 2014


PORQUE PARTICIPAR DE UM GRUPO DE ORAÇÃO?

Primeiro nós precisamos entender que nunca conseguiríamos viver isolados das pessoas, sem contato, sem nenhuma aproximação. Já que somos pela Graça de Deus seres carentes de sentir o amor e o afago do outro, porque não viver isso dentro de um ambiente em que todos estes bons sentimentos estejam unidos ao sentimento de pertença a Deus?
Os Grupos de Oração da RCC existem para nos aproximar uns dos outros e nos levar a experimentar com mais intensidade a Graça de Deus em nossa vida, de uma forma simples mas ousada no Espírito Santo, marcante, que deixe-nos impregnados da presença de Jesus em nossa vida como nosso Salvador e amigo.
Quantas pessoas que passam horas e horas nas noites em casa assistindo novelas e outros programas televisivos que não nos edificam em nada e muitas vezes nos trazem malefícios enormes, enquanto que poderiam estar dentro de um Grupo de Oração louvando, cantando, ouvindo pregações, obtendo curas pela imposição das mãos dos servos do grupo!
É preciso repensar que tipo de vida que sonhamos, onde queremos chegar, se queremos ser curados sem aproximarmos Daquele que realmente pode curar...ficamos passando frio, vendo a fogueira queimar perto de nós. Esta decisão de ir até Jesus por meio da participação em um grupo de oração da RCC é nossa, ninguém pode decidir por nós.
Portanto faça isso agora, procure um grupo de oração perto da sua casa, tenho certeza que deve existir um, se não existe, comece você a plantar a ideia de abrir um em sua paróquia ou em seu bairro. O importante é que não fiquemos parados como meros expectadores de um mundo cruel que nos quer tirar da presença de Deus.

Aberaldo Fernandes Cardoso Coordenador Diocesano do Ministério de Formação Diocese de Uruaçu

















segunda-feira, 16 de junho de 2014

Que designações tem a ceia de Jesus e o que significam?

Distintos nomes designam este mistério insondável: Santo Sacrifício, Santa Missa, Missa Sacrificial, Ceia do Senhor, Fração do Pão, Assembleia Eucarística, Memorial da Paixão, Morte e Ressurreição, Santa e Divina Liturgia, Sagrados Mistérios, Sagrada Comunhão.
Santo Sacrifício, Santa Missa, Missa Sacrificial: o singular sacrifício de Jesus, que leva à plenitude todos os sacrifícios, tornar-se presenta na celebração eucarística. A Igreja e os crentes inserem-se com a sua própria entrega no sacrifício de Cristo. A palavra Missa provém da fórmula de despedida em língua latina Ite missa est, que significa “Ide, sois enviados!”.
Ceia do Senhor: cada celebração eucarística continua a ser a única ceia que Jesus celebrou com os Seus discípulos e simultaneamente a antecipação da ceia que o Senhor celebrará com os redimidos no fim dos dias. Não somos nós que fazemos a celebração litúrgica; é o Senhor que nos chama a ela, onde está misteriosamente presente.
Fração do Pão: a “fração do Pão” era um antigo banquete ritual que Jesus aproveitou por ocasião da Última Ceia, para exprimir a Sua entrega “por nós” (Rm 8,32). Na “fração do pão”, os discípulos reconheceram-no após a ressurreição. A comunidade primitiva designava as suas celebrações eucarísticas por “fração do pão”
Assembleia Eucarística: a celebração da Ceia do Senhor é também uma assembleia de “ação de graças”, na qual a Igreja encontra a sua expressão.
Memorial da Paixão, Morte e Ressurreição: na celebração eucarística, não é a comunidade que é celebrada; antes, ela descobre e celebra de um modo sempre novo a passagem de Cristo à Vida, por meio do sofrimento e da morte.
Santa e Divina Liturgia, Santos Mistérios: na celebração eucarística unem-se, numa única festa, a Igreja celeste e a terrestre. Porque os dons eucarísticos em que Cristo está presente são, em certa medida, o que de mais santo se encontra no mundo, fala-se também do Santíssimo Sacramento.
Sagrada Comunhão: porque na Santa Missa nos unimos a Cristo, e Nele nos unimos uns aos outros, fala-se Sagrada Comunhão.
Fonte: Youcat


quarta-feira, 11 de junho de 2014

PRIMEIRA SECÇÃO
A ORAÇÃO NA VIDA CRISTÃ

CAPÍTULO  TERCEIRO
A VIDA DE ORAÇÃO
2697. A oração é a vida do coração novo. Deve animar-nos a todo o momento. Mas acontece que nos esquecemos d'Aquele que é a nossa vida e o nosso tudo. É por isso que os Padres espirituais, na sequência do Deuteronómio e dos profetas, insistem na oração como «lembrança de Deus», frequente despertador da «memória do coração». «Devemos lembrar-nos de Deus com mais frequência do que respiramos» (1). Mas não se pode orar «em todo o tempo», se não se orar em certos momentos, voluntariamente: são os tempos fortes da oração cristã, em intensidade e duração.
2698. A Tradição da Igreja propõe aos fiéis ritmos de oração destinados a alimentar a oração contínua. Alguns são quotidianos: a oração da manhã e da noite, antes e depois das refeições, a Liturgia das Horas. O Domingo, centrado na Eucaristia, é santificado principalmente pela oração. O ciclo do ano litúrgico e as suas grandes festas constituem os ritmos fundamentais da vida de oração dos cristãos.

2699. O Senhor conduz cada pessoa pelos caminhos e da maneira que Lhe apraz. Por seu turno, cada fiel responde-Lhe conforme a determinação do seu coração e as expressões pessoais da sua oração. No entanto, a tradição cristã conservou três expressões principais da vida de oração: a oração vocal, a meditação e a contemplação. Têm um traço fundamental comum: o recolhimento do coração. Esta atenção em guardar a Palavra e permanecer na presença de Deus faz destas três expressões tempos fortes da vida de oração.

segunda-feira, 2 de junho de 2014



CONHEÇA O TESTEMUNHO PESSOAL DO FREI RANIERO CANTALAMESSA 
(Pregador Oficial do Vaticano e do Papa)


Sinais de Pentecostes


No início, Adão era uma estátua de barro, porém Deus soprou sobre ele um espírito de vida e ele se tornou um ser vivo. Muito tempo depois, o Espírito de Deus veio sobre Maria e nela apareceu uma nova vida, a vida do novo Adão; a vida deu um grande salto de qualidade! Mais tarde, o Espírito de Deus veio ao sepulcro de Cristo e o reanimou e fez Jesus retornar à vida. Mais uma vez, o Espírito veio sobre os apóstolos, em Pentecostes, e encontrou um punhado de homens temerosos, medrosos, inertes como Adão quando era uma estátua de barro e, com suas línguas de fogo, o Espírito fez aparecer a Igreja, corpo vivo de Cristo. Nós, que somos a Igreja, somos corpo vivo de Cristo pelo Espírito Santo.A cada Eucaristia, o Espírito Santo desce sobre o altar e transforma o pão e o vinho em corpo e sangue vivo de Cristo. E um dia, no fim do mundo, o Espírito virá e dará vida aos nossos corpos mortais e nos fazer ressurgir para a vida eterna.

De Saulo a Paulo

Agora vou lhes contar sobre a vida nova que o Espírito Santo me deu. Até 1975, eu era um frade capuchinho que ensinava História das Origens Cristãs na Universidade de Milão, na Itália. Um dia, comecei a escutar pessoas que falavam de uma nova forma de rezar. Uma senhora, de quem eu era diretor espiritual, voltando de um retiro disse-me: “Encontrei pessoas que rezam de um modo estranho: levantam as mãos, batem palmas, são muito alegres e dizem que entre eles milagres acontecem”. Então eu lhe disse “Nunca mais irás a essa casa de retiros”. Esses dos quais aquela senhora falava eram carismáticos. Comecei a observá-los e via que algo daquilo que acontecia entre esses irmãos era exatamente aquilo que lemos nas primeiras comunidades cristãs. Eu não podia negar que havia algo daqueles primórdios da Igreja, contudo havia fenômenos que me perturbavam, como falar em línguas, abraçar-se, profetizar… Certo dia, fui quase forçado a um encontro carismático. Lá fui tomado de uma intensa e nova alegria, que não sabia explicar. Sentia-me sacudido. E, confessando as pessoas, percebia nelas um arrependimento novo, profundo. Eu podia ver e até tocar a graça de Deus. Mas continuava como um observador. Em 1977, ganhei uma passagem para ir aos Estados Unidos, assistir à grande assembleia carismática ecumênica. Dentro de mim, dizia: “Isto vem de Deus, mas não me agrada”. E as 40 mil pessoas presentes ali cantavam: “Jericó deve cair”. Os meus colegas italianos me diziam: “Escuta bem, porque Jericó és tu”. Eles tinham razão, e Jericó caiu. Depois do encontro fomos a uma comunidade carismática em New Jersey, onde aceitei receber a efusão do Espírito Santo, mas ainda com certa resistência. Um dos sinais do Pentecostes é Deus falar através dos humildes. Quando as pessoas rezavam por mim, todas as palavras proféticas pronunciadas falavam de evangelização, de Paulo que com Barnabé inicia suas viagens apostólicas, e um irmão proclamou: “Tu provarás de uma alegria nova em proclamar minha Palavra”. Um detalhe importante é que enquanto se reza para que alguém receba a efusão do Espírito, se diz: “Escolhe Jesus como Senhor da tua vida” e, enquanto me diziam estas palavras, levantei os olhos e vi o crucifixo que estava sobre o altar da capela. Era como se Ele me esperasse para me dizer algo muito importante: “Atenção! Raniero, cuidado! Este é o Jesus que tu escolhes como teu Senhor, o Crucificado. Não é um Jesus fácil, sentimental”. Nesse momento, entendi que a RCC não é um fenômeno superficial, mas algo que nos leva diretamente ao coração do Evangelho, à cruz de Cristo. Comecei a ler o breviário experimentando algo novo. Vocês sabem que um dos frutos mais evidentes do Espírito é abrir a nossa inteligência para entender as Escrituras. Outro sinal da transformação que o Espírito operara em mim era o novo desejo de rezar. Três meses depois voltei à Itália e os meus irmãos diziam: “Que milagre! Mandamos à América Saulo e nos mandaram de volta Paulo”. Pouco tempo depois, enquanto rezava com um grupo de oração em Milão, surpreendi-me fazendo a oração: “Senhor, não permita que eu morra como um professor universitário aposentado!” E o Senhor levou a sério minha oração. Algumas semanas depois, rezando na cela de meu convento, tive a moção interior de visualizar Jesus que retornava do batismo no Jordão e começava a pregar o Reino de Deus, e ao passar por mim Ele dizia: “Se queres me ajudar a proclamar o Reino de Deus, deixa tudo e vem!” Compreendi que Ele queria dizer: “Deixa tua cátedra na Universidade, tua direção de Departamento e te tornes um pregador itinerante da Palavra de Deus, no estilo de São Francisco de Assis”. E ao final daquela oração o Espírito havia colocado em meu coração um “sim”. Fui ao meu superior geral dizer-lhe que me sentia chamado pelo Senhor. Ele me pediu para esperar um ano. Depois de um ano, ele disse: “Sim, é vontade de Deus, vá”. Assim, tornei-me pregador. Foi o Espírito Santo e a experiência carismática que fizeram deste velho professor universitário um pregador do Evangelho.

A Casa Pontifícia

Três meses depois, recebi um telefonema de Roma, do meu superior geral que me dizia que o Santo Padre, João Paulo II, havia me escolhido como pregador da Casa Pontifícia. O Papa, com tudo o que tem para fazer, cada sexta-feira de manhã, durante a Quaresma e o Advento, deixa tudo e vem escutar a pregação de um frade capuchinho. Quantos de nós vão escutar pregações como o Papa? Ele não falta nunca. Certa vez, estando em viagem pela América Central, faltou a duas pregações; na sexta-feira seguinte, foi ao meu encontro e pediu desculpas por ter faltado a duas pregações.

O testemunho pessoal de Raniero Cantalamessa


Foi-me dada a oportunidade de fazer ressoar ali, no centro da Igreja, o que o Espírito Santo está fazendo na Igreja. O Senhor escolheu esse pobre frade capuchinho para fazer chegar ao coração da Igreja aquilo que vivemos aqui, esta força, esta esperança, esta certeza de que o Espírito Santo realizou um novo Pentecostes na Igreja. Um dia, entendi que era hora de falar ao Papa, aos Cardeais, aos Bispos sobre a efusão no Espírito. Entre outras coisas, eu disse: “Alguns dizem que tendo recebido o Espírito Santo na Ordenação, no Batismo, não temos necessidade desta oração pedindo a efusão no Espírito, mas Jesus não poderia responder: “Eu também não estava cheio do Espírito desde o nascimento de Maria, e mesmo assim fui ao Jordão para ser batizado por um leigo que se chamava João Batista?” No final da pregação, eu tinha um certo temor e veio ao meu encontro um Cardeal que me disse: “Hoje, nesta sala, ouvimos falar o Espírito Santo”. O Santo Padre também sabe de minha experiência, pois lhe contei pessoalmente. Mesmo assim, já faz mais de 20 anos, e ele não me mandou embora. E aquilo que vocês encontram nos meus livros, quase tudo foi escutado antes pelo Papa. Quero lhes contar um último detalhe que nos faz conhecer a grande paciência do Santo Padre e o seu imenso amor pela palavra de Deus. Uma vez por ano devo fazer a pregação, na Basílica de São Pedro, com o Papa que preside a celebração. É porém a única vez que não é ele quem prega. Lida a narração da Paixão, é o pregador da Casa Pontifícia quem deve subir ao altar do Papa e pregar. Na primeira vez, os degraus me pareciam mais altos que o monte Evereste. Falando na Basílica, dei-me conta de que deveria falar muito lentamente, porque há uma grande ressonância. Mas, falando lentamente, o tempo passava e ultrapassou em cerca de dez minutos o tempo previsto. Vocês sabem que imediatamente após essa pregação, toda sexta-feira da Paixão, o Papa vai ao Coliseu fazer a via-sacra, e o secretário, naturalmente, estava muito nervoso e olhava o relógio de vez em quando. No dia seguinte, disse às freiras que depois daquela função, o Papa o chamou e, com muita gentileza, disse: “Quando um homem de Deus fala, nunca devemos olhar o relógio”.

Coragem, e ao trabalho!

No dia em que meu superior me permitiu iniciar essa vida nova, no ofício das leituras havia um texto do profeta Ageu: “Coragem, Josué, sumo sacerdote, coragem Zorobabel, coragem todo o povo deste país, e ao trabalho. Coragem porque eu estou convosco, diz o Senhor” (Ag 2,4). Lida essa passagem, fui à Praça de São Pedro e, olhando para a janela do Papa, comecei a gritar: “Coragem João Paulo II, mesmo se sabemos que és o homem mais corajoso do mundo; coragem Cardeais e Bispos, e ao trabalho, porque eu estou convosco, diz o Senhor”. Isso era fácil, pois não tinha ninguém lá, mas três meses depois eu me encontrava diante do Santo Padre e dos Cardeais e Bispos, e proclamei novamente aquela palavra de Ageu.
Hoje, anuncio estas palavras também a vocês: coragem, povo de Deus, e ao trabalho, à evangelização, à renovação da Igreja, porque eu estou convosco, diz o Senhor!
Fonte: CANTALAMESSA, Raniero. Ungidos pelo poder do Espírito. São Paulo: Loyola, 2002, p. 145-151




sábado, 31 de maio de 2014

"PENTECOSTES"

"PENTECOSTES"


O Catecismo da Igreja Católica diz que: “No dia de Pentecostes (no termino das sete semanas pascais), a Páscoa de Cristo completou-se com a efusão do Espírito Santo, que se manifestou, se deu e se comunicou como Pessoa divina: da Sua plenitude, Cristo Senhor derrama em profusão o Espírito” (CIC, n. 731).Somos convidados e enviados para professar ao mundo a presença d’Ele [Espírito Santo]. E invocarmos a efusão do Espírito para que renove a face da terra e aja com a mesma intensidade do acontecimento inicial dos Atos dos Apóstolos sobre a Igreja, sobre todos os povos e nações.

domingo, 25 de maio de 2014

A BÍBLIA E O CELULAR


A BÍBLIA E O CELULAR


A BÍBLIA E O CELULAR

Já imaginou o que aconteceria se tratássemos a nossa Bíblia do jeito que tratamos o nosso celular? ...
E se sempre carregássemos a nossa Bíblia no bolso ou na bolsa?
E se déssemos uma olhada nela várias vezes ao dia?
E se voltássemos para apanhá-la quando a esquecemos em casa, no
escritório... ?
E se a usássemos para enviar mensagens aos nossos amigos?
E se a tratássemos como se não pudéssemos viver sem ela?
E se a déssemos de presente às crianças?
E se a usássemos quando viajamos?
E se lançássemos mão dela em caso de emergência?
Ao contrário do celular, a Bíblia não fica sem sinal. Ela 'pega' em qualquer lugar.
Não é preciso se preocupar com a falta de crédito porque Jesus já pagou a conta ** * * e os créditos não têm fim.
E o melhor de tudo: não cai a ligação e a carga da bateria é para toda a
vida. 'Buscai ao Senhor enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto'!
(Is 55:6)* 

******************************************************************************

TELEFONES DE EMERGÊNCIA:


Quando você estiver triste, ligue João 14.* 
Quando pessoas falarem de você, ligue Salmo 27.* 
Quando você estiver nervoso, ligue Salmo 51.* 
Quando você estiver preocupado, ligue Mateus 6:19,34.* 
Quando você estiver em perigo, ligue Salmo 91. 
Quando Deus parecer distante, ligue Salmo 63.* 
Quando sua fé precisar ser ativada, ligue Hebreus 11.* 
Quando você estiver solitário e com medo, ligue Salmo 23.* 
Quando você for áspero e crítico, ligue 1 Coríntios 13.* 
Para saber o segredo da felicidade, ligue Colossenses 3:12-17. 
Quando você sentir-se triste e sozinho, ligue Romanos 8:31-39. 
Quando você quiser paz e descanso, ligue Mateus 11:25-30.


QUANDO O MUNDO PARECER MAIOR QUE DEUS, LIGUE SALMO 90.

segunda-feira, 19 de maio de 2014

PALAVRA DO PAPA



“Estes cristãos que são fechados, são enjaulados, estes cristãos tristes… não são livres. Por que? Porque têm medo da liberdade do Espírito Santo, que vem transmitida na pregação. E isto é o escândalo da pregação, da qual falava São Paulo: o escândalo da pregação que termina no escândalo da Cruz. Escandaliza que Deus nos fale através de homens com limites, homens pecadores: escandaliza! E escandaliza mais ainda que Deus nos fale e nos salve através de um homem que diz que é o Filho de Deus mas termina como um criminoso. Isso escandaliza”.

sábado, 10 de maio de 2014

DIA DAS MÃES

Papa diz que Deus ama e compreende como uma mãe
O Papa Francisco disse que Deus ama e compreende o sofrimento dos Homens como uma mãe faz com os seus filhos, retomando o tema da "maternidade" de Deus.
Diante de dezenas de milhares de fiéis presentes na Praça de São Pedro, o Papa disse que o sentimento de compaixão expresso por Cristo nos Evangelhos se refere "ao ventre materno".
"Uma mãe, de facto, sente uma reação especial ao sofrimento dos seus filhos", afirmou, concluindo "É assim que Deus nos ama."
No passado, muitos papas (como João Paulo I) evocaram a "maternidade" de Deus. Comentários que surpreenderam e que não foram bem recebidos por todos, numa instituição dominada pelo sexo masculino e onde Deus costuma ser representado com a imagem de um homem de idade.
O atual Papa ficou marcado na infância pelo testemunho de fé da mãe e da avó. As mulheres "tiveram e ainda têm um papel especial" a desempenhar para "abrir as portas do Senhor", afirmou no passado o argentino Jorge Bergoglio.


FELIZ DIA DAS MÃES,DEUS LHES ABENÇÕEM...

sexta-feira, 9 de maio de 2014

CATECISMO RESPONDE: De Onde Viemos?

DE ONDE VIEMOS?
A doutrina cristã diz que Deus criou livremente o homem para que participe de Sua vida bem aventurada, quer dizer, Sua mesma felicidade. Cada homem foi criado por Deus, com a cooperação de seus pais. 
Por isto, à pergunta de onde viemos, respondemos: 
VIEMOS DE DEUS.
"NÓS NÃO VIEMOS DO MACACO".

quinta-feira, 20 de março de 2014

REFLEXÃO COM PDE ROGER ARAUJO( CANÇAO NOVA)

HOMILIA (LUCAS 16,19-31)

Pode ser que a sua riqueza seja somente um pão que você tenha, mesmo assim, reparta-o com quem necessite! Nada justifica a nossa indiferença diante da miséria e da pobreza que está ao nosso lado.

”Maldito o homem que confia no homem e faz consistir sua força na carne humana, enquanto o seu coração se afasta do Senhor” (Jeremias 17,5).

Umas das parábolas mais belas e, ao mesmo tempo mais duras dos Evangelhos de Jesus Cristo, é a parábola que nós escutamos, hoje, do rico e do pobre Lázaro. Ela mostra o contraste existente na humanidade, desde quando o pecado entrou no mundo, a humanidade é dividida em pobres e ricos, o contraste dos extremos.

Enquanto o rico representa o extremo da riqueza, aqueles que muito possuem, o extremo da opulência, da avareza humana; Lázaro representa o extremo da pobreza, da miséria, da indigência daquele que nada tem, que nada possui e vive a mendigar, esperando as migalhas que caem da mesa dos ricos e, a única coisa que recebe é o consolo dos cachorros que vêm lamber suas feridas.

No final, morre o rico e morre o pobre. O pobre tem lugar de honra no coração de Deus; já o mesmo não ocorre com rico que não foi temente a Deus, que confiou apenas em sua riqueza, confiou nos seus bens, confiou na opulência de tudo o que tinha e nunca se lembrou de repartir, de cuidar e de dar algo de si aos menos favorecidos, preocupado apenas em crescer na sua riqueza e nunca em repartir o que tinha. Sem reconhecer o abismo que separa o homem para sempre de Deus.

E a tristeza do relato é que o rico não pôde receber nenhum consolo, nem mesmo um alívio para refrescar um pouco o calor ardente daquilo que é o sofrimento de se separar de Deus. Enquanto Lázaro experimenta a bem-aventurança, a felicidade suprema do Reino eterno de Deus e, a resposta de Jesus (ou a resposta de Abraão) é a resposta de Deus para essa realidade.

O pobre recebeu a miséria e os tormentos desta vida, ao passo que o rico recebeu os consolos, mas não soube transformar o seu consolo, não soube transformar os seus bens para aliviar a pobreza do outro.

Primeiro, meus irmãos, não há problema em ser rico, não há problema em trabalhar honestamente e ficar rico, milionário, ganhar bens e, assim por diante. Isso é mais do que justo contanto que isso seja feito de forma justa, honrada, fruto do suor e do trabalho. Agora, nada justifica quem possui qualquer bem deste mundo não cuidar dos pobres, dos sofridos e dos marginalizados; nada justifica termos isso ou aquilo e não sabermos repartir com quem não tem.

Nada justifica a nossa indiferença diante da miséria, da pobreza que está ao nosso lado, nada justifica nós no nosso carrinho, no nosso ar-condicionado, ou na nossa vida cômoda, olharmos para frente e não vermos no trânsito em que nós andamos alguém pedindo esmola, alguém pedindo ajuda, alguém vendendo alguma coisa e nós simplesmente dizermos: ”Este problema não é meu!”. Nada justifica, em nossas casas e em nossas famílias crianças desperdiçarem comida, nós jogarmos comida fora, desperdiçarmos roupas, sapatos, bens enquanto muitos vivem na pobreza e na indigência!

A responsabilidade de cuidar dos pobres é do rico que tem o seu coração em Deus e não importa o tamanho da sua riqueza. Pode ser que a sua riqueza seja somente um pão que você tenha, mesmo assim reparta-o com quem necessite!

AUTO: Padre Roger Araújo (Sacerdote da Comunidade Canção Nova, jornalista e colaborador do Portal Canção Nova)