quarta-feira, 3 de setembro de 2014

PALAVRA DO PAPA

É o Espírito e não as licenciaturas a dar identidade ao cristão


O Evangelho do dia apresenta-nos Jesus que ensinava em Cafarnaum e fazia-o, segundo o texto sagrado, “com autoridade” e todos “estavam maravilhados com o seu ensino”. Partindo desta passagem o Papa Francisco afirmou que Cristo não era um pregador comum, porque a sua autoridade vinha da “unção especial do Espírito Santo” para trazer a liberdade e a salvação. E o Papa Francisco citou também a leitura de S. Paulo aos Coríntios para lançar uma questão: Qual é a nossa identidade de cristãos?

“ E nós podemos perguntar-nos qual é a nossa identidade de cristãos? E Paulo hoje di-lo bem. ‘Destas coisas – diz Paulo - nós falamos não com palavras sugeridas pela sabedoria humana’. A pregação de Paulo não é porque fez um curso na Lateranense, ou na Gregoriana... Não! Sabedoria humana, não! Mas sim ensinai do Espírito: Paulo pregava com a unção do Espírito, exprimindo coisas espirituais do Espírito em termos espirituais. Mas o homem deixado às suas próprias forças não compreende as coisas do Espírito de Deus: o homem sozinho não pode compreender isto!

“Nós temos o pensamento de Cristo, ou seja, o Espírito de Cristo. Esta é a identidade cristã. Não ter o Espírito do mundo, aquele modo de pensar, aquele modo de julgar... Tu podes ter cinco licenciaturas em teologia, mas não ter o Espírito de Deus! Talvez tu sejas um grande teólogo, mas não és um cristão, porque não tens o Espírito de Deus! Aquilo que dá autoridade e identidade é a unção do Espírito Santo.”

O Santo Padre concluiu a sua homilia dizendo que o povo não amava os pregadores e doutores da lei, porque mesmo que falassem de teologia não chegavam ao coração, não estavam ungidos pelo Espírito Santo. E a autoridade de Cristo vem precisamente da capacidade de compreender as coisas do Espírito e de falar a língua do Espirito, afirmou o Papa Francisco:

“ A autoridade de Jesus – e a autoridade do cristão – vem precisamente desta capacidade de perceber as coisas do Espírito, de falar a língua do Espírito. Vem desta unção do Espírito Santo. E tantas vezes nós encontramos entre os nossos fieis, velhinhas que não terminaram a escola primária mas que te falam destas coisas melhor do que um teologo, porque têm o Espirito Santo. Aquilo que tem S. Paulo. E todos nós devemos pedir isto. Senhor dá-nos a identidade cristã, aquela que tu tinhas. Dá-nos o Teu Espírito. Dá-nos o Teu modo de pensar, de sentir de falar: Senhor dá-nos a unção do Espirito Santo.” (RS)

segunda-feira, 25 de agosto de 2014




PROSESSOR FELIPE AQUINO


Nos meus 64 anos de vida nunca vi uma seca, uma estiagem, tão longa e dura como esta que estamos vivendo. O governo de São Paulo e de outros estados estão fazendo uma ginástica enorme para que as cidades não fiquem sem água. Os rios estão minguando e os reservatórios também. No entanto, ainda não vi uma notícia sequer sobre alguma celebração de Missa para pedir chuva a Deus. Já está na hora de implorar ao céu, como se fazia antigamente, com muita frequência.
Lembro-me que quando era criança, meu pai tinha um sítio, que hoje é a “Casa de Betânia”, do querido falecido Padre Léo, em Lorena/SP. Em frente ao sítio, no arraial, minha avó Ana construiu uma pequena igreja em honra a Santa Lucrécia, e trouxeram uma bela imagem dela da Europa. Está lá até hoje.
Pois bem, naquela época, quando havia uma grande estiagem, e os pastos secavam deixando o gado passando fome, o povo todo do bairro, com as famílias dos fazendeiros, traziam a imagem de Santa Lucrécia em procissão, por 10 km, até a Catedral de Lorena, onde o pároco celebrava uma Santa Missa pedindo chuva a Deus.
Meu pai contava que várias vezes ele presenciou que tão logo a Missa terminava começava a chover. Será que ainda acreditamos nisso?
Ora, o Missal Romano (Ed. Paulus, 6ª edição) traz o rito de várias Missas “em diversas circunstâncias da vida pública”: pode-se rezar a Missa pedindo para evitar guerra e calamidades, pela santificação do trabalho, para a sementeira, após a colheita, em tempo de fome, pelos refugiados e exilados, pelos prisioneiros, pelos doentes, agonizantes, em tempo de terremoto, para pedir bom tempo, para repelir as tempestades, para pedir chuva, em ação de graças e por qualquer necessidade” (p. 914 -929).
Inclusive, o Missal traz a oração do dia da Missa para pedir chuva:
“Ó Deus, em quem vivemos, nos movemos e somos, concedei-nos as chuvas necessárias , para que, auxiliados quanto aos bens da terra, desejemos com mais confiança os do céu. Por nosso Senhor Jesus Cristo , vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amém.
As Antífonas rezam:
“Coroais o ano todo com vossas bênçãos e a terra se enche de frutos” (Sl 64,12)
“Eis que estou convosco todos os dias, até o fim do mundo, diz o Senhor” (Mt 28,20).
Além de todo o esforço gigantesco que os governantes estão fazendo para minimizar a seca, é preciso rezar. Não é à toa que a Igreja recomenda a Santa Missa por todas as necessidades humanas. É hora de olhar para o céu; a terra é boa, mas a chuva vem do céu.
Que tal retomarmos essas Missas e procissões?

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quinta-feira, 14 de agosto de 2014

terça-feira, 12 de agosto de 2014

FOTOS DA CONSTRUÇÃO DA CASA FONTE

Esta é a construção da Casa Fonte,que será a sede do nosso Grupo de Oração,onde a mesma será usada exclusivamente para a evangelização.Se você quiser pode contribuir com essa obra da forma que você puder e Deus lhe dará em dobro.

ENTRE EM CONTATO E FAÇA SUA DOAÇÃO ronniecesar1@hotmail.com


DEUS LHES PAGUE.


Enchendo a Lage

Olha o Tamanho da Lage

Resumo do que esta acontecendo na Casa Fonte

Parte de dentro da Casa Fonte

Chapiscando pelo lado de fora da Casa Fonte

Preparando para por a Lage


Caminhão betoneira enchendo a Lage


quinta-feira, 31 de julho de 2014

Sudanesa condenada por conversão ao cristianismo chega aos EUA
Mariam Ibrahim se reuniu com prefeito de Filadélfia.
Condenação foi suspensa pelo Sudão após comoção internacional.
A mulher sudanesa que foi condenada à morte por se converter do islamismo ao cristianismo, e que foi detida depois que a condenação foi anulada, chegou aos Estados Unidos nesta quinta-feira.
Mariam Yahya Ibrahim, de 27 anos, chegou aos EUA no Aeroporto Internacional da Filadélfia, onde se reuniu brevemente com o prefeito daquela cidade, Michael Nutter.
"Está muito claro que ela é uma mulher extremamente forte", Nutter disse a repórteres depois de cumprimentar a sudanesa. "Ibrahim é uma combatente pela liberdade do mundo."
A justiça sudanesa a havia condenado à pena de morte por infidelidade ao Islã, em virtude da interpretação sudanesa da sharia (lei islâmica) vigente no país desde 1983, que proíbe as conversões para outras religiões.
Mariam diz ter nascido cristã e criada como cristã por uma família etíope no Sudão, e mais tarde sequestrada por uma família muçulmana sudanesa.
Ela deve chegar a Manchester, em New Hampshire, onde tem parentes, disse o cunhado dela, Gabriel Wani, em uma entrevista por telefone.
"Estou muito feliz", disse Wani enquanto esperava Ibrahim no aeroporto de Manchester. "Eu estive esperando por isso por um longo tempo."
A sentença contra Meriam, que na época estava grávida e deu à luz na prisão, gerou críticas internacionais que levaram à sua soltura e ao cancelamento da pena. Posteriormente, ela voltou a ser detida ao tentar deixar o Sudão.
Depois de sua segunda libertação, ela se refugiou na representação diplomática americana.
Na semana passada Ibrahim foi a Roma, onde se encontrou com o Papa Francisco, juntamente com seu marido e dois filhos.
Não foram divulgados detalhes sobre sua ida à Itália, mas um oficial sudanês afirmou que ela foi liberada pelo governo. “As autoridades não a impediram de partir já que era sabido e foi aprovado com antecedência”, disse a autoridade à Reuters.


sexta-feira, 18 de julho de 2014


  Ordenação de mulheres        (Nota da Igreja)



Algumas pessoas me perguntam se a decisão da Igreja de não ordenar mulheres, confirmada pelo Papa João Paulo II na Carta Apostólica Ordinatio Sacerdotalis (22 maio 1994), se é definitiva e válida para sempre. A Congregação da Doutrina da Fé do Vaticano foi consultada sobre esta questão, e respondeu que SIM. Portanto, a discussão desse assunto deve ser encerrada na Igreja, e os católicos e católicas devem aceitar na “obediência da fé” (Rom 1,5) esse ponto de doutrina que o Papa e o magistério da Igreja definiram como verdade de fé. Sugiro que os fiéis leiam a importante Carta Apostólica do Papa João Paulo II sobre a dignidade e a vocação da mulher: “Mulieris Dignitatem”, para melhor entender o assunto.
Em 28/10/95 esta Congregação emitiu uma Nota que confirma o caráter definitório e irrevogável do pronunciamento do S. Padre João Paulo II. O Papa afirmou que segundo a Sagrada Escritura e a Tradição da Igreja, em relação ao sacramento da Ordem, nem Jesus Cristo nem algum sucessor de Apóstolo conferiu a ordenação sacerdotal a mulheres, tanto entre os cristãos ocidentais como entre os orientais. O Papa se baseou no procedimento do próprio Cristo, que não chamou mulheres para a Última Ceia (na qual instituiu e conferiu o sacramento da Ordem). Segundo ele a Igreja não tem autorização para mudar este ponto. Eis o que disse o Papa João Paulo II: “Para que seja excluída qualquer dúvida em assunto da máxima importância, que pertence à própria constituição da Igreja divina, em virtude do meu ministério de confirmar os irmãos (cf. Lc 22, 32), declaro que a Igreja não tem absolutamente a faculdade de conferir a ordenação sacerdotal às mulheres, e que esta sentença deve ser considerada como definitiva por todos os fiéis da Igreja”. A decisão do Papa, por mais precisa que fosse, deixou margem a dúvidas sobre o caráter revogável ou não de tal sentença. As dúvidas foram levadas à Congregação para a Doutrina da Fé, que em Nota datada de 28/10/95, respondeu em favor da irrevogabilidade da sentença. Em seguida publicamos o texto em que a autoridade competente explicita o sentido da Declaração do Papa. Dúvida: “Se a doutrina segundo a qual a Igreja não tem faculdade de conferir a ordenação sacerdotal às mulheres, proposta como definitiva na Carta Apostólica “Ordinatio sacerdotalis”, deve ser considerada pertencente ao depósito da fé.” Resposta: Afirmativa.“Esta doutrina exige um assentimento definitivo, já que, fundada na Palavra de Deus escrita e constantemente conservada e aplicada na Tradição da Igreja desde o início, é proposta infalivelmente pelo magistério ordinário e universal (cf. Conc. Vaticano II, Const. dogm. Lumen gentium, 25, 2). Portanto, nas presentes circunstâncias, o Sumo Pontífice, no exercício de seu ministério próprio de confirmar os irmãos (cf. Lc 22, 32), propôs a mesma doutrina, com uma declaração formal, afirmando explicitamente o que deve ser mantido sempre, em todas as partes e por todos os fiéis, enquanto pertencente ao depósito da fé.” O Sumo Pontífice João Paulo II, durante a Audiência concedida ao abaixo-assinado Cardeal Prefeito, aprovou a presente Resposta, decidida na reunião ordinária desta Congregação, e ordenou sua publicação.Roma, da Sede da Congregação para a Doutrina da Fé, aos 28 de outubro de 1995.+ JOSEPH Cardeal RATZINGER – Prefeito/+ TARCÍSIO BERTONE – Secretário

Fonte: Revista “Pergunte e Responderemos”: N. 407/1996, pp. 153-155; e N. 492/2003, p. 266.
A Nota da Congregação para a Doutrina da Fé transcrita cita a Constituição Lumen Gentium nº 25, que reza o seguinte:“A infalibilidade da qual quis o Divino Redentor estivesse sua Igreja dotada ao definir doutrina de fé e Moral, tem a mesma extensão do depósito da Revelação Divina, que deve ser santamente guardado e fielmente exposto. Esta é a infalibilidade de que goza o Romano Pontífice, o Chefe do Colégio dos Bispos, em virtude de seu cargo, quando, com ato definitivo, como Pastor e Mestre Supremo de todos os fiéis que confirma seus irmãos na fé (cf. Lc 22, 32), proclama uma doutrina sobre a fé e os costumes. Esta é a razão por que se diz que suas definições são irreformáveis por si mesmas e não em virtude do consentimento da Igreja, pois são proferidas com a assistência do Espírito Santo a ele prometida na pessoa do Bem-aventurado Pedro. E por isto não precisam da aprovação de ninguém nem admitem apelação a outro tribunal. Pois neste caso o Romano Pontífice não se pronuncia como pessoa particular, mas expõe ou defende a doutrina da fé católica como Mestre supremo da Igreja universal, no qual, de modo especial, reside o carisma da infalibilidade da própria Igreja”. “São estes conceitos que fundamentam o caráter definitório e irrevogável da Carta Apostólica Ordinatio Sacerdotalis. Deve-se ainda enfatizar que a posição assumida pela Igreja Católica não implica depreciação da mulher, pois, na verdade, o sacerdócio é uma função de serviço muito mais do que uma honra ou promoção. O único carisma que realmente se deve almejar, é o agape ou o amor cristão (cf. 1Cor 13, 1-13). Na sua Carta Apostólica sobre a Dignidade da Mulher (15/08/1988) o S. Padre lembra que o homem e a mulher são diferentes e complementares entre si, de modo que têm suas funções específicas tanto na sociedade civil como na Igreja; os maiores no Reino dos Céus não são os ministros, mas são os Santos. De resto, observa S. Santidade que à mulher foca um papel de preeminência sobre o homem, que é o de educar o futuro cidadão, talvez chefe e dirigente de projeção na sociedade. Nunca o homem poderá retribuir à mulher que ela assim lhe presta; cf. nº 18.” (D. Estevão Bettencourt)


Prof. Felipe Aquino – www.cleofas.com.br

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Fotos do congresso para Pregadores em São Paulo
 Pregação do Juninho - IDE



 Pregação do Reinaldo B. Reis
 Pregação do Márcio Matos