sábado, 5 de julho de 2014

PALAVRA DO PAPA



DISCURSO
Papa Francisco fala aos participantes do
37ª Convocação Nacional da Renovação Carismática Católica
Domingo, 1º de junho de 2014
Boletim da Santa Sé
Tradução: Liliane Borges

Agradeço a Renovação no Espírito, o I’CCRS e a Fraternidade Católica, por este encontro com vocês, que me dá tanta alegria. Agradeço também a presença dos primeiros que tiveram uma forte experiência do poder do Espírito Santo, creio que a Paty esteja aqui… Vocês, Renovação Carismática, receberam um grande presente do Senhor. Vocês nasceram de um desejo do Espírito Santo como “uma corrente de graça” na Igreja e para a Igreja. É isto que os define: “uma corrente de graça”. O primeiro dom do Espírito Santo, qual é? O dom de si mesmo, que é amor e te faz apaixonar-se por Jesus. E este amor muda a vida. Por esta razão, se diz “nascer de novo para a vida no Espírito”. Como Jesus disse a Nicodemos. Vocês receberam o grande dom da diversidade dos carismas, a diversidade que leva à harmonia do Espírito Santo, ao serviço da Igreja. Quando penso em vocês carismáticos, me vem a mesma imagem da Igreja, mas de um modo particular: penso em uma grande orquestra, na qual, cada instrumento é diferente do outro, e também as vozes são diferentes, mas todos são necessários para a harmonia da música. São Paulo nos diz, no capítulo 12 da Primeira Carta aos Coríntios. Portanto, como é uma orquestra, ninguém na Renovação pode pensar em ser mais importante ou maior que o outro, por favor ! Porque, quando alguém de vocês pensa que é mais importante que o outro, maior que o outro, começa a peste! Ninguém pode dizer: “Eu sou o chefe”. Vocês, como toda a Igreja, tem um só chefe, um só Senhor: o Senhor Jesus. Repitam comigo: Quem é o chefe da Renovação? O Senhor Jesus! Quem é o chefe da Renovação? (Os participantes repetem) O Senhor Jesus! E podemos dizer isso com a potência que nos dá o Espírito Santo, porque ninguém pode dizer: “Jesus é o Senhor”, sem o Espírito Santo.





quarta-feira, 2 de julho de 2014

RELEMBRANDO A MINHA PRESENÇA NA JORNADA MUNDIAL. ( Fotos em Copacabana).

Pão de açucar

Túnel de acesso a Copacabana


Hotel Copacabana Pálace

 Família que nos acolheu


Hotel Copacabana Pálace


Praia de Copacabana



Dormindo na Praia de Copacabana


terça-feira, 1 de julho de 2014

PALAVRA DO PAPA



HOMILIA DO PAPA FRANCISCO
Solenidade dos santos apóstolos Pedro e Paulo
Basílica Vaticana
Domingo, 29 de junho de 2014

   Na solenidade dos Apóstolos São Pedro e São Paulo, patronos principais de Roma, é com alegria e gratidão que acolhemos a Delegação enviada pelo Patriarca Ecuménico, o venerado e amado irmão Bartolomeu, guiada pelo Metropolita Ioannis. Pedimos ao Senhor que possa, também esta visita, reforçar os nossos laços fraternos no caminho rumo à plena comunhão entre as duas Igrejas irmãs, por nós tão desejada.
   «O Senhor enviou o seu anjo e me arrancou das mãos de Herodes» (Act 12, 11). Nos primeiros tempos do serviço de Pedro, na comunidade cristã de Jerusalém havia grande apreensão por causa das perseguições de Herodes contra alguns membros da Igreja. Ordenou a morte de Tiago e agora, para agradar ao povo, a prisão do próprio Pedro. Estava este guardado e acorrentado na prisão, quando ouve a voz do Anjo que lhe diz: «Ergue-te depressa! (…) Põe o cinto e calça as sandálias. (…) Cobre-te com a capa e segue-me» (Act 12, 7-8). Caiem-lhe as cadeias, e a porta da prisão abre-se sozinha. Pedro dá-se conta de que o Senhor o «arrancou das mãos de Herodes»; dá-se conta de que Deus o libertou do medo e das cadeias. Sim, o Senhor liberta-nos de todo o medo e de todas as cadeias, para podermos ser verdadeiramente livres. Este facto aparece bem expresso nas palavras do refrão do Salmo Responsorial da celebração litúrgica de hoje: «O Senhor libertou-me de toda a ansiedade».
   Aqui está um problema que nos toca: o problema do medo e dos refúgios pastorais.
   Pergunto-me: Nós, amados Irmãos Bispos, temos medo? De que é que temos medo? E, se o temos, que refúgios procuramos, na nossa vida pastoral, para nos pormos a seguro? Procuramos porventura o apoio daqueles que têm poder neste mundo? Ou deixamo-nos enganar pelo orgulho que procura compensações e agradecimentos, parecendo-nos estar seguros com isso? Amados Irmãos Bispos, onde pomos a nossa segurança?
    O testemunho do apóstolo Pedro lembra-nos que o nosso verdadeiro refúgio é a confiança em Deus: esta afasta todo o medo e torna-nos livres de toda a escravidão e de qualquer tentação mundana. Hoje nós – o Bispo de Roma e os outros Bispos, especialmente os Metropolitas que receberam o Pálio – sentimos que o exemplo de São Pedro nos desafia a verificar a nossa confiança no Senhor.
Pedro reencontrou a confiança, quando Jesus lhe disse por três vezes: «Apascenta as minhas ovelhas» (Jo 21, 15.16.17). Ao mesmo tempo ele, Simão, confessou por três vezes o seu amor a Jesus, reparando assim a tríplice negação ocorrida durante a Paixão. Pedro ainda sente queimar dentro de si a ferida da desilusão que deu ao seu Senhor na noite da traição. Agora que Ele lhe pergunta «tu amas-Me?», Pedro não se fia de si mesmo nem das próprias forças, mas entrega-se a Jesus e à sua misericórdia: «Senhor, Tu sabes tudo; Tu bem sabes que eu sou deveras teu amigo!» (Jo 21, 17). E aqui desaparece o medo, a insegurança, a covardia.
    Pedro experimentou que a fidelidade de Deus é maior do que as nossas infidelidades, e mais forte do que as nossas negações. Dá-se conta de que a fidelidade do Senhor afasta os nossos medos e ultrapassa toda a imaginação humana. Hoje, Jesus faz a mesma pergunta também a nós: «Tu amas-Me?». Fá-lo precisamente porque conhece os nossos medos e as nossas fadigas. E Pedro indica-nos o caminho: fiarmo-nos d’Ele, que «sabe tudo» de nós, confiando, não na nossa capacidade de Lhe ser fiel, mas na sua inabalável fidelidade. Jesus nunca nos abandona, porque não pode negar-Se a Si mesmo (cf. 2 Tm 2, 13). È fiel. A fidelidade que Deus, sem cessar, nos confirma também a nós, Pastores, independentemente dos nossos méritos, é a fonte de nossa confiança e da nossa paz. A fidelidade do Senhor para connosco mantém sempre aceso em nós o desejo de O servir e de servir os irmãos na caridade.
     E Pedro deve contentar-se com o amor de Jesus. Não deve ceder à tentação da curiosidade, da inveja, como quando perguntou a Jesus, ao ver ali perto João: «Senhor, e que vai ser deste?» (Jo 21, 21). Mas Jesus, perante estas tentações, responde-lhe: «Que tens tu com isso? Tu segue-Me!» (Jo 21, 22). Esta experiência de Pedro encerra uma mensagem importante também para nós, amados irmãos Arcebispos. Hoje, o Senhor repete a mim, a vós e a todos os Pastores: Segue-Me! Não percas tempo em questões ou conversas inúteis; não te detenhas nas coisas secundárias, mas fixa-te no essencial e segue-Me. Segue-Me, não obstante as dificuldades. Segue-me na pregação do Evangelho. Segue-Me no testemunho duma vida que corresponda ao dom de graça do Baptismo e da Ordenação. Segue-Me quando falas de Mim às pessoas com quem vives dia-a-dia, na fadiga do trabalho, do diálogo e da amizade. Segue-Me no anúncio do Evangelho a todos, especialmente aos últimos, para que a ninguém falte a Palavra de vida, que liberta de todo o medo e dá a confiança na fidelidade de Deus. Tu segue-Me”!
WEB FONTE: http://papa.cancaonova.com/homilia-do-papa-na-solenidade-de-sao-pedro-e-sao-paulo/

segunda-feira, 23 de junho de 2014

FORMAÇÃO PARA NOVOS PREGADORES
TEMA: ORATÓRIA SACRA



PORQUE PARTICIPAR DE UM GRUPO DE ORAÇÃO?

Primeiro nós precisamos entender que nunca conseguiríamos viver isolados das pessoas, sem contato, sem nenhuma aproximação. Já que somos pela Graça de Deus seres carentes de sentir o amor e o afago do outro, porque não viver isso dentro de um ambiente em que todos estes bons sentimentos estejam unidos ao sentimento de pertença a Deus?
Os Grupos de Oração da RCC existem para nos aproximar uns dos outros e nos levar a experimentar com mais intensidade a Graça de Deus em nossa vida, de uma forma simples mas ousada no Espírito Santo, marcante, que deixe-nos impregnados da presença de Jesus em nossa vida como nosso Salvador e amigo.
Quantas pessoas que passam horas e horas nas noites em casa assistindo novelas e outros programas televisivos que não nos edificam em nada e muitas vezes nos trazem malefícios enormes, enquanto que poderiam estar dentro de um Grupo de Oração louvando, cantando, ouvindo pregações, obtendo curas pela imposição das mãos dos servos do grupo!
É preciso repensar que tipo de vida que sonhamos, onde queremos chegar, se queremos ser curados sem aproximarmos Daquele que realmente pode curar...ficamos passando frio, vendo a fogueira queimar perto de nós. Esta decisão de ir até Jesus por meio da participação em um grupo de oração da RCC é nossa, ninguém pode decidir por nós.
Portanto faça isso agora, procure um grupo de oração perto da sua casa, tenho certeza que deve existir um, se não existe, comece você a plantar a ideia de abrir um em sua paróquia ou em seu bairro. O importante é que não fiquemos parados como meros expectadores de um mundo cruel que nos quer tirar da presença de Deus.

Aberaldo Fernandes Cardoso Coordenador Diocesano do Ministério de Formação Diocese de Uruaçu

















quinta-feira, 19 de junho de 2014

PREGAÇÃO NO RETIRO DE CASAIS NO MONTE TABOR EM SÃO JOSÉ DOS CAMPOS.

TEMA:  A Força do casal que rezam juntos.